Mas não pode elogiar mesmo

Não adianta. Foi só elogiar a Net que ela começou a dar mancada.

Foi só falar bem do atendimento, etc e tal, que algumas semanas depois a internet caiu. Assim, do nada. E mais de uma vez. Liguei no call center, fiquei meia hora e nada. O sujeito foi agendar uma visita e o sistema caiu. Desisti. Por sorte, alguns dias depois, ela voltou.

Agora foi a TV. 90% dos canais não funcionam mais. Assim, do nada. Os poucos que funcionam são os que eu nunca assisto. Liguei e já estou há mais de 20 minutos escutando musiquinhas genéricas e mensagens dizendo que a Net é rápida etc e tal. Sim, estou escrevendo este texto enquanto espero algum atendente me atender. Já li meus emails, meus feeds, assisti alguns vídeos idiotas no youtube e não aguento mais essa espera. O mais legal é que tenho o protocolo (003100338467421) mesmo sem ter sido atendido. É só ligar que já te dão um protocolo. Deve ser por isso que esse número é tão grande.

Será possível que não se pode elogiar nada? Quando finalmente eu acho que encontrei uma empresa séria que prioriza o atendimento ao cliente, quebro a cara e percebo que a realidade é uma merda.

Quem diria, reclamar às vezes funciona

Há algumas semanas atrás, alguns canais da Net estavam fora. Liguei para o call center já esperando aquela aporrinhação característica, mas dessa vez superaram qualquer expectativa. Fui atendido pela atendente mais mal educada, mal humorada e provavelmente mal comida que nenhum call center jamais concebeu. Mal acabei de falar meu CPF e já fui tratado com descaso, desdém, tom de voz agressivo e vários “aff” durante a conversa. Isso porque ainda nem tinha explicado meu problema. Foi a pior experiência que tive, bem pior que ficar uma hora escutando musiquinha para ser atendido, muito pior que a ligação “cair” no exato instante em que eu disse que iria cancelar o serviço.

Em compensação, o técnico que veio em casa alguns dias depois resolveu o problema de maneira rápida e eficiente. Mas o péssimo atendimento do call center ficou entalado na garganta. Resolvi enviar uma reclamação para a Net, mesmo sabendo – baseado em experiências anteriores com empresas que não estão nem aí para os clientes – que não daria em nada. Entrei no site, loguei na minha conta de assinante, preenchi o formulário informando o gigantesco número de protocolo e desencanei, achando que a minha reclamação iria parar em um limbo qualquer.

E não é que, para minha surpresa, alguns dias depois a Net me liga? Eles não só pediram “desculpas por todo o constrangimento”, como também me ofereceram um aumento na velocidade da internet, por um preço promocional. Desconfiado que sou, fui conferir no site e lá estava o preço que me ofereceram. Mas no site a promoção era por tempo limitado (dizem), já no meu caso eles fariam esse preço “para sempre”. Bom, como este tipo de situação é raro, aceitei. A velocidade realmente aumentou, e por enquanto o preço está certo.

Pois é, reclamar às vezes funciona.

O primeiro fail da Copa

Não, não foi da seleção (por muito pouco, aliás). O primeiro fail foi da Globo (e quem mais?).

Sim, a mesma que há algumas semanas se vangloriava de transmitir pela primeira vez todos os jogos da copa via streaming, mostrando que é moderna e antenada com os novos tempos, a tecnologia, a internet, a era da informação, blábláblá, etc.

Bem, e o que aconteceu de cara, logo no primeiro dia?

Globo Fail

É feio botar a culpa nos outros

Tudo bem, já era esperado que houvesse uma sobrecarga, um excesso de usuários maravilhados querendo experimentar a novidade. Era questão de tempo para o site chegar ao limite, e foi até mais rápido do que eu pensava.

O grande problema foi a arrogância, incompetência e/ou tirada-de-cu-da-reta explícita na mensagem de erro. Como assim, a “operadora de banda larga não tem estrutura neste momento para atender tantos usuários simultâneos se conectando à Globo.com”? PUTAQUEPARIU rede globo – em minúsculas mesmo, não merece mais respeito – quer dizer que a operadora agora controla a banda dos seus usuários por site?

Segundo a (falta de) lógica da globo, se todos os usuários da Net estiverem conectados, mas cada um no seu site predileto (orkut ou youtube), tudo bem. Mas se todos resolverem acessar o mesmo site ao mesmo tempo (google?) e não conseguirem, a culpa é da Net. Claro, a Net até deixa todos os seus usuários acessarem sites diferentes ao mesmo tempo, mas quando estes mesmos usuários acessam apenas um único site, sabe-se lá porquê, o consumo de banda aumenta tanto que excede a capacidade da Net. Caralho, faz tanto sentido quanto ter TV a cabo e assistir ao jogo na globo.

Bom, acho que tenho a solução. Ligue agora mesmo na sua operadora e peça para tirar a banda destinada ao youtube (já que este nunca cai, mesmo com tantos acessos simultâneos) e direcionar tudo para a globo. Ou assista na televisão, ué. Mesmo que a TV a cabo tenha aquele maldito segundo de atraso, fazendo seu vizinho comemorar o gol antes de você, ainda é melhor do que os 5 segundos de atraso do streaming (sim, eu testei).

Ah, para não falarem que só sei criticar, a globo percebeu a cagada e trocou a mensagem:

Consertando a cagada

Menos mal

Algum estagiário deve ter levado aquela bronca.

Previsões para a Copa

Assim como os videntes picaretas – ops, redundância – que sempre soltam previsões genéricas do tipo “Uma pessoa famosa vai morrer este ano” e “Fulano deve tomar muito cuidado com pessoas invejosas”, vou aproveitar o clima de loucura e alienação geral em torno da Copa do Mundo e exercitar minha capacidade de premonição.

A imprensa esportiva em geral, e o Galvão Bueno em particular, estarão mais insuportáveis do que nunca. Talvez pelo fato de aparecerem na TV por mais tempo do que o habitual, tendo como consequência a falta de assunto, levando-os a noticiar qualquer coisa, por mais imbecil que seja. Tudo bem, a imprensa já é assim hoje, mas na Copa isso é elevado à décima potência. Mas apenas na seção de esportes, as outras seções são esquecidas, pois nem a explosão de uma bomba atômica no (ou do) Irã ganharia mais destaque do que o close de um pedaço de grama na trava da chuteira do atacante da Costa do Marfim. 90% do jornal é sobre a Copa, todo o resto é resumido no espaço restante.

Aliás, a mídia é aquela que se torna mais insuportável durante a Copa. Há mais de 20 anos que as reportagens são as mesmas, resumindo-se a 3 tipos igualmente chatos:

  • Imagens das ruas vazias no horário do jogo da seleção, narração do repórter dizendo que as ruas estão vazias por causa do jogo da seleção. Se por acaso tiver algum infeliz na rua, o mesmo é entrevistado. Das 2 uma: ou ele diz que está indo não-sei-onde ver o jogo ou faz alguma pergunta sobre… o jogo.
  • Imagens dos torcedores assistindo ao jogo num telão instalado em uma praça qualquer de uma cidade qualquer. A edição criativa mostra os melhores momentos da partida alternados com a respectiva reação dos torcedores, acompanhados da mais criativa ainda narração do repórter. Palavras como “sufoco” e “alívio” são frequentemente usadas quando o Brasil está sendo atacado ou faz um gol, respectivamente. Geralmente escolhe-se um torcedor mais exagerado para aparecer com mais frequencia, principalmente na hora do gol. No final, este mesmo torcedor é entrevistado e diz algo como “É Brasil!” ou qualquer patriotada do tipo.
  • Família do jogador reunida em casa, geralmente na favela onde o jogador nasceu, cresceu e aprendeu a jogar. O jogador escolhido pode ser o que se destacou na última partida ou o craque mais óbvio do momento. O pai diz que ele sempre sonhou estar na seleção, a mãe diz que era um garoto levado, algum tio/primo/irmão/amigo de infância faz outro comentário irrelevante. Mais uma vez a edição criativa alterna os depoimentos com fotos da infância do jogador – de preferência com uma bola de futebol – e lances inesquecíveis que ninguém lembrava.

Quando o repórter está realmente criativo e quer ousar pra valer, ele faz uma mistura dos 3 tipos acima descritos, como por exemplo a família do jogador assistindo ao jogo, tendo reações exageradas e saindo para comemorar na rua vazia. Dada a qualidade da nossa imprensa esportiva, não dá para esperar muito mais do que isso.

Claro, se Dunga ganhar a Copa, a imprensa vai babar ovo e lamber o saco dele, vai elogiar a coerência de não convocar os jogadores que todo mundo pediu e transformá-lo em herói nacional. Mas se ele perder, a mesma imprensa vai xingar, descer o cacete, humilhar e destruir, vai criticar a teimosia de não ter convocado os jogadores que todo mundo pediu e só ele não queria escutar, vai transformá-lo em vilão nacional. A mídia não precisa ser coerente, ela pode mudar de opinião ao sabor do vento e dos fatos, ela escreve o que for conveniente, pois afinal é preciso vender.

Além da mídia enlouquecida, teremos os torcedores enlouquecidos. Pessoas que só são patriotas a cada 4 anos surgirão aos montes, pensei até em mandar esse gráfico para o graphjam:

O patriotismo de conveniência do brasileiro

"Sou brasileiro, com muito orgulho, com muito amor, com muita hipocrisia"

Eu sempre achei estranho esse negócio de só ser patriota quando tem Copa do mundo, mas se pensarmos bem, até que faz sentido. Acompanhe:

Vivemos num país de merda, lotado de bandidos de todas as espécies: assaltantes, estupradores, sequestradores, traficantes, políticos corruptos – duas redundâncias no mesmo texto, assim não dá – que infelizmente predominam, mandam e comandam. Quem prefere ser otário honesto, é massacrado por impostos de mão única (eles só vão, nunca voltam), que comem mais de 4 meses do nosso trabalho todo ano, que vão parar no bolso dos filhos da puta que foram eleitos por este povo ignorante. Um desses malditos em particular resolveu fazer acordos nucleares com países que só ele acredita serem pacíficos e bonzinhos. Eu estou só esperando até surgirem os primeiros embargos e sanções econômicas, e se hoje reclamamos que o Brasil tem o iPod mais caro do mundo, pode ser que amanhã não tenhamos nenhum.

Vivemos num país desgraçado, onde todos querem se dar bem e ninguém pensa no coletivo (exceto, é claro, no treino coletivo da seleção). Os guardanapos do MacDonald’s deixaram de ser à vontade porque a galera abusava, pegava 20 mas só usava 2. Hoje temos que nos contentar com 1 folhinha vagabunda miguelada. Em Berlim tem um restaurante onde você escolhe quanto quer pagar (que nem as Casas Bahia, só que de verdade) e adivinha, os brasileiros são os que mais dão problema. Em vários países tem avisos alertando contra a presença de brasileiros, que são sinônimo de problema. Nossa má reputação nos precede, somos um povinho desgraçado vivendo num país idem.

Ou seja, tirando o futebol, nada, absolutamente NADA que existe nesse país tem alguma chance de nos dar orgulho de ter nascido aqui. O futebol é a única coisa que tem alguma chance de dar algum orgulho, de acender, nem que seja só um pouquinho, a chama do patriotismo, mesmo que seja esse pseudo-patriotismo capenga que temos. Todo o resto só nos dá vergonha, não dá para bater no peito e dizer que somos campeões mundiais em pedidos de retirada de conteúdo do google, nem que somos foda pra caralho porque temos uma das piores distribuições de renda do mundo.

Por todo o resto do país ser uma merda, a única coisa que às vezes nos dá alegria é o futebol. Não é o ideal em termos de patriotismo, sequer em termos de país, mas infelizmente é o que temos. Só nos resta torcer, e por algo que nem vai mudar nossas vidas.

Pelo menos vou poder me gabar de ter acertado todas as previsões. Infelizmente.

Reflexões em torno do Grill do boxeador

Comprei um George Foreman Grill. Pois é, justo eu, que sempre fui extremamente cético com relação a qualquer produto cujos comerciais seguem o estilo bizarro do PoliShop, que consistem em mostrar que o produto é a última Coca-cola (ainda tem hífen?) do deserto, que resiste à chuva, sol, fogo e tiros de metralhadora, que além de conservar os alimentos, melhora sua pele, evita a queda dos cabelos, desencrava as unhas, emagrece, faz o carro andar mais, dobra a autonomia da bateria do celular, é prático, fácil de usar, durável, econômico, versátil, cura o câncer em estágio avançado, faz os aleijados andarem e os cegos enxergarem (não confundir com igrejas evangélicas picaretas), e as primeiras duzentas pessoas que ligarem levam inteiramente grátis um brinde qualquer que é tão incrível quanto o produto principal, que nem dá para entender porque estão dando de graça.

Esse meu ceticismo teve início basicamente na época das meias Vivarina (que nunca desfiavam, nem mesmo se você tentasse cortá-las com uma faca) e das facas Ginsu (que cortavam tudo, menos as meias Vivarina). O negócio era tão absurdo que beirava o ridículo, um dos comerciais mostrava a faca cortando um cano de chumbo! Para quê alguém vai querer ter uma faca dessa em casa? E a narração ensandecida, estilo Galvão Bueno, só reforçava o inverossímil da situação. Isso tudo fez com que eu desenvolvesse um preconceito enorme com qualquer produto que fosse anunciado dessa maneira.

Mas eis que, algumas semanas atrás, vi o Grill do boxeador em funcionamento. Deixando de lado todo aquele exagero ridículo dos comerciais, pode-se dizer que o negócio funciona de maneira satisfatória. Claro, ao contrário do que a propaganda quer que acreditemos, ele não é a solução de todos os problemas culinários do mundo, mas percebi que seria muito útil para mim, que moro sozinho, não tenho fogão nem saco para cozinhar, e já enjoei de comida de micro-ondas (e esse aqui, tem hífen?).

Para começar, ele é bem simples. Você liga na tomada e pronto. Não tem milhares de botões, regulagem de temperatura, programas para fazer a comida X ou Y, nada disso. Ele liga e desliga, e só. Quer preparar algo? Liga. Ficou pronto? Desliga. Esqueça a balela que você vê na propaganda, o negócio é só uma sanduicheira turbinada, nada mais. O que é ótimo, pois eu sempre quis fazer o hambúrguer direto na sanduicheira.

Muitos dizem que não é necessário lavar louça, mas isso é mais ou menos verdade. Porque a bandeja para onde vai a gordura tem que ser lavada sim, senão fica um nojo e com o tempo pode até criar vida própria e sair andando pela casa. E o tempo que você gastaria lavando panelas mais a água e detergente são compensados pela quantidade obcena de papel toalha necessária para limpar o grill. Mas tudo bem, não existe nada auto-limpante neste mundo, ao contrário do que os fabricantes de micro-ondas querem que a gente pense.

A única irritação gerada por esta aquisição foi o fato dela seguir o novo e ridículo padrão de tomada, o de 3 pinos juntinhos. Não sei quem foi o imbecil que resolveu criar MAIS UM padrão – dizem que padrões são bons, por isso temos vários – pois nenhuma tomada do meu apartamento é compatível. Isso porque meu prédio só foi construído há 2 anos. Por causa dessa merda de padrão que ninguém segue tive que comprar um adaptador. E adivinha quanto custa essa pecinha VAGABUNDA de plástico, tão mal-feita que parece que vai quebrar só de você tocá-la? Sete reais! Por um adaptador vagabundo!

Resumindo, no final das contas, o produto que eu achava picaretagem foi o que me deixou mais satisfeito, e o produto que ninguém precisava – a não ser o dono da fábrica de adaptadores, que provavelmente é deputado e/ou participou do lobby para aprovar este “padrão” – foi o que mais me deu dor-de-cabeça. O que me leva a crer que George Foreman é um empreendedor de sucesso – ou no mínimo um ótimo garoto-propaganda – e que o governo brasileiro é o mais imbecil do mundo, pois concentra esforços em coisas desnecessárias como anti-padrões e acordos nucleares com países de reputação duvidosa.

Dando cabo da TV aberta

Faz uns 2 meses que comecei a assinar tv a cabo aqui em casa. Antes disso, passei por um longo período de tortura, assistindo apenas a tv aberta. Claro que de vez em quando assistia os canais pagos na casa dos outros, mas em minha própria casa tinha que me contentar com a programação podre dos canais abertos.

Hoje não assisto mais a nenhum deles. Globo, o que é isso? SBT? Não sinto falta nenhuma. Record? Esse eu já não assitia antes, imagina então agora.

Claro que a tv a cabo não é perfeita. Você paga por trocentos canais, mas só 10% valem a pena. Você paga, mas mesmo assim tem comerciais. Muitos comerciais, chega a ser irritante. Na maior parte do tempo não passa muita coisa que preste. E o volume não é equalizado. Numa escala de 1 a 10, sendo que 1 é o silêncio absoluto e 10 é o volume que faz os vizinhos chamarem a polícia, os programas costumam ficar em 3. Quando começam os comerciais, o volume vai para 9, sem você fazer nada. É muito ridículo e irritante.

E mesmo assim, apesar de todos esses problemas, a tv a cabo consegue ser infinitamente superior à tv aberta. Mesmo que apenas 10% dos programas de 10% dos canais prestem, é muito, mas muito melhor que qualquer coisa que Globo, SBT e cia possam oferecer. Por isso que hoje em dia não sinto a menor falta destes canais.

A tv aberta está abarrotada de novelas, e todas são incrivelmente chatas. Elas são feitas para um público alvo específico, e só. Não há alternativa. Já seriados, não. Existem centenas deles, de todos os tipos, para os mais variados gostos. Eu tenho opção, não preciso ficar preso àquele modelo arcaico de pseudo-dramaturgia escrota que são as novelas.

Posso assistir filmes literalmente do início ao fim, pois passam os créditos iniciais e finais (eu sou um daqueles malucos que gostam de assistir créditos). Posso assistir a abertura dos Simpsons completa, na qual o Bart sempre escreve uma frase diferente no quadro, a Lisa sempre toca uma música nova e a cena final do sofá sempre é criativa e inesperada. Quando passava na Globo, os imbecis filhos da puta simplesmente cortavam, mostravam a mesma frase do Bart e todo o resto igual.

Tem gente que reclama da quantidade excessiva de reprises dos canais pagos, mas para mim isso acaba sendo uma coisa boa. Eu nem sempre tenho tempo de assistir algo exatamente naquele dia e naquele horário, então as reprisem acabam me favorecendo. E elas nem são tão excessivas assim, afinal, quem tem tempo de assistir a tudo aquilo?

Enfim, apesar de estar muito longe da perfeição, a tv a cabo me fez esquecer completamente a podridão da tv aberta. Por mim ela pode sumir do mapa que não vai fazer a menor diferença. Eu nem passo por esses canais quando estou zapeando, eu ignoro mesmo! Não preciso mais reclamar do Gugu, Faustão, Luciano Huck, Zorra Total, Fantástico, Galvão Bueno, de mais nada. Eu simplesmente não assisto mais, apaguei da minha mente.

Alguma empresa de tv a cabo poderia fazer um pacote sem os canais abertos, cobrando um pouco menos. Acho que eu pagaria.