Sobre mim

Nascido e criado em Bauru (a “Cidade sem Limites”, na região conhecida como Oeste Paulista) e duplamente formado em São Paulo. Duplamente porque além da faculdade de Ciência da Computação, passei por uma experiência fantástica envolvendo aprendizado e crescimento pessoal: saí de casa para estudar fora. Um dia escrevo um post sobre isso. Mais detalhes aqui.

Sempre fui o CDF da turma. Até ganhei medalhas de primeiro da sala (meu irmão adorava mostrá-las para todo mundo), e algumas olimpíadas de matemática da escola. Uma vez fui participar da estadual, mas nessa eu não fui muito bem. Na época eu ficava um pouco encanado por ser nerd, mas hoje não vejo mais problema em me definir como tal.

Sou nerd

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Tanto que agora faço uma confissão que, se fosse feita nos tempos do colégio, provavelmente iria trazer graves conseqüências para minha integridade física. Antes devo alertá-lo para que não interprete o que vou dizer como um sinal de arrogância ou prepotência. Mas o fato é que eu era o CDF da turma porque achava as matérias – principalmente matemática – fáceis (isso duraria até o terceiro colegial). A ocasião na qual isso ficou mais evidente foi quando eu tirei uma das únicas notas 10 da sala enquanto o resto não passou de 5. Agora a memória me falha quanto aos detalhes (não lembro se mais alguém tirou nota próxima de 10, nem se foi no primeiro ou segundo colegial), mas naquele momento percebi que eu não era lá muito normal. E neste momento você deve estar me odiando.

Como já disse, as notas altas acabaram na faculdade, onde descobri que a matemática de verdade tem mais letras – de preferência gregas – que números. E a partir daí percebi que era mais importante viável negócio tentar passar do que tirar 10, já que este último era um tanto quanto impossível naquela faculdade.

Coincidência ou não, foi nessa época que minha cabeça começou a mudar. Não virei um vagabundo que odeia estudar, mas algumas doses de cerveja, festinhas da faculdade e coisas do tipo foram abrindo a minha mente. Algumas noites em claro jogando baralho e tomando vinho barato (R$3,50 a garrafa de Chapinha) com Fandangos até que me fizeram bem. O primeiro – e único, pois achei uma merda – porre que tomei foi nessa época. Valeu como experiência.

Mas nem tudo é subversão. Comecei a fazer trabalho voluntário – assunto para outro post – que me ajudou muito em termos de desenvolvimento pessoal: aprendi a conviver melhor com as pessoas, trabalhar em grupo, falar e se soltar um pouco mais, enfim, passei de nerd-quietinho-no-canto para nerd-tímido-mas-que-conversa. Ainda há muito o que melhorar, pois minha namorada diz que sou meio lerdinho. Em minha defesa digo que não pretendo xavecar nenhuma outra mulher.

Mas olhem só, para quem era um nerd CDF, até que hoje estou bem. Nem saí com cara de nerd nessa foto (sou o de camiseta e calça pretas, no meio).

Hoje trabalho como programador (vulgo Analista de Sistemas) e adoro o que faço. Pretendo continuar na área por um bom tempo, mesmo percebendo alguns sinais de que a LER anda rondando minhas “juntas” dos membros superiores.

Quanto ao blog, vou atualizá-lo sempre que possível. Não tenho tanto tempo assim para escrever textos longos e/ou elaborados – reparem minha ambição quanto a qualidade dos posts – mas tentarei fazê-los da melhor forma.

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